Doze respostas.
Quarenta formulários.
Um quadro para cada vaga que você teve: a empresa, a cidade, a stack, as datas, o parágrafo que conta a história. E todo formulário pergunta a mesma coisa — só que na ordem dele.
Os textos que você digita de novo e de novo agora saem com um cliquetoque. E chegam limpos onde quer que você cole, sem fonte nem fundo alheios. Não sobra nada para arrumar.
Em análise na App Store agora — disponível nos próximos dias.
Arrume os trechos do jeito que você pensa — por lugar, cor e tamanho — em vez de caçar numa lista alfabética. Prefere a lista? Um cliquetoque transforma o mesmo quadro em lista.
Ao colar não vão junto nem a fonte, nem a cor, nem o tamanho. Simplesmente não há com o que estragar a formatação de um e-mail ou de um documento.
No Mac, o jpaste abre por cima do app em que você está sem roubar o foco dele, e o primeiro clique já copia. No iPhone e no iPad, o Atalhos e a Siri copiam um trecho sem abrir o app, e no iPad dá para arrastar um trecho de um quadro aberto para o app ao lado.
Um quadro pode ficar aberto, trancar atrás do Face ID ou do Touch ID ou ser lacrado com uma frase-senha que só você conhece. Um trecho sozinho pode se esconder atrás de um rótulo, e a cópia dele sai da área de transferência depois de um minuto.
Lá dentro não há SDK de anúncios, analytics nem código de rastreamento — nada que não seja o próprio app. Por isso o download inteiro tem só alguns megabytes.
Escolha o seu dentro do jpaste — do ucraniano e do alemão ao japonês, ao híndi e ao bengali — e deixe o dispositivo no idioma em que ele já está.
São quadros de verdade. Para ler, recolha em lista; para bater o olho em tudo, espalhe de novo. E um toque em qualquer bloco copia, exatamente como no app.
Um quadro para cada vaga que você teve: a empresa, a cidade, a stack, as datas, o parágrafo que conta a história. E todo formulário pergunta a mesma coisa — só que na ordem dele.
A flag de build que nunca gruda. O endereço da máquina de teste. A linha que conserta aquilo. Dois toques, em vez de escavar o histórico do shell de trás para frente.
O jpaste deixa o texto continuar sendo texto. Cole no Mail, no Slack ou num formulário da web: não vai junto mais nada — sem fonte, sem cor, sem tamanho. Depois não sobra nada para limpar.
O que você colar chega como texto simples
Um quadro atrás de uma frase-senha que só você conhece, cifrado antes mesmo de ser guardado. O Wi-Fi de visitantes, a senha do portão, uma chave de licença. Toque no quadro para abrir.
Você copia uma linha, cola — e junto com ela vêm uma fonte, um tamanho, às vezes uma cor de fundo. Em vez de escrever, você fica limpando formatação. Especialmente divertido num editor de código. O jpaste entrega os caracteres e mais nada.
Tudo quer uma conta, um e-mail, “um tantinho de dados de uso anônimos”. Eu prefiro que os meus textos continuem meus — e duvido que eu seja o único. Então não há o que criar, nem onde: servidor meu não existe. Seus trechos ficam nos seus aparelhos e no seu próprio iCloud.
Um lugar para guardar os seus próprios textos não é um serviço, é uma ferramenta. Eu queria comprar uma vez e ainda estar usando um ano depois, no aparelho que estivesse na mão naquele dia. Um pagamento — e ele cobre o Mac, o iPhone e o iPad juntos. Inclusive os que você comprar depois.
Todo aplicativo criou um assistente, e ele sempre chega por assinatura. Mas o meu endereço, a resposta que eu sempre mando, o comando que digito todo dia — aí não há nada para pensar. Só precisa voltar exatamente como eu escrevi: nada para reler, nada inventado no meio do caminho. jpaste é um banquinho. Simples, firme e sem nenhuma pretensão de virar cadeira gamer.
Tudo passa pelo seu próprio iCloud privado — sua conta, seus aparelhos. No meio não existe servidor nosso, porque não existe nenhum em lugar nenhum. Sincronizar não custa nada à parte: o que você paga são mais trechos, não mais recursos.
O jpaste não tem backend — nem um mínimo, nem um de log, nem um “só para as métricas”. Seus trechos vivem nos seus aparelhos e no seu próprio iCloud. Nunca estiveram em outro lugar.
Você não precisa criar conta. Nem entregar um e-mail. Nem caçar onde se desliga a telemetria. Seus trechos vivem nos seus aparelhos e no seu próprio iCloud — nunca estiveram em outro lugar. Importar e exportar chegam mais para a frente; até lá a sua biblioteca não existe como arquivo em lugar nenhum. É justamente essa a ideia — e, por ora, também o limite.
Os primeiros 20 trechos são de graça e continuam de graça. Desbloqueie o resto uma vez e fica desbloqueado em todo Mac, iPhone e iPad que for seu. Inclusive nos que você comprar depois.
E, se você se lembra de um certo código de modo deus de 1993, digite-o como trecho e ganhe mais dez.
Em análise na App Store agora — disponível nos próximos dias.